New Yorker: Alice, Off the Page

março 23, 2006 at 7:04 pm (matutando)

Calvin e Alice TrillinA New Yorker de 27 de março traz Calvin Trillin falando de Alice, sua mulher e musa inspiradora, falecida em 2001. É um artigo lindíssimo, daqueles que faz a gente rir e chorar ao mesmo tempo. Infelizmente, o texto não está disponível on line. Espero que a foto ao lado (o casal em 1965, após seu casamento em Londres) inspire todo mundo a ir correndo comprar a revista. Muito bonito também é o artigo escrito pela própria Alice, pouco antes de morrer: Betting Your Life.

Também ficou de fora da versão digital o artigo sobre Ellen Johnson Sirleaf, a nova presidente da Libéria. O autor do artigo fala de como Sirleaf chegou ao poder, dos problemas do país e da guerra civil, e de quando (ele o autor) morou na Libéria. A entrevista com o autor serve como aperitivo para o artigo.

O prêmio de consolação para quem não comprar a revista é Fear Factor, de Nicholas Lemann, sobre Bill O'Reilly – uma versão piorada do Alborghetti, bastante popular na TV americana. O'Reilly consegue ser mais grosso e ignorante, gritar mais alto e causar mais asco.

Part of the pleasure of “The O’Reilly Factor” is knowing that O’Reilly is a guy with a temper, and he might lose it. He reddens, sits up, and presses the guest, who may begin to stammer helplessly (in which case O’Reilly usually pulls back), or to backpedal and make excuses, in the manner of Richard Rosenbaum (in which case O’Reilly keeps boring in), or to insult O’Reilly (in which case O’Reilly may begin yelling—the big payoff).

He’s the beat cop for the American neighborhood, who may have been a little excessive at times, may occasionally have run afoul of Internal Affairs, but law-abiding folks trust him because they know he’s on their side. His liberal guests are like suspects he’s pulled over: in the end, he’s probably just going to frisk them and let them go with a genial warning, but if they try anything, well, he carries a nightstick for a reason.

Resumindo o indivíduo, vai este trecho falando do enraivecido Shannon Michaels, seu alter ego "literário":

In 1998, after the launch of “The O’Reilly Factor,” but before superstardom, he published a thriller called “Those Who Trespass,” which is his most ambitious and deeply felt piece of writing. “Those Who Trespass” is a revenge fantasy, and it displays extraordinarily violent impulses. (…) He systematically murders the people who ruined his career. (…) Michaels stalks the woman who forced his resignation from the network and throws her off a balcony. He next murders a television research consultant who had advised the local station to dismiss him: he buries the guy in beach sand up to his neck and lets him slowly drown. Finally, during a break in the Radio and Television News Directors Association convention, he slits the throat of the station manager. O’Reilly describes each of these killings—the careful planning, the suffering of the victim, the act itself—in loving detail.

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