The Atlantic: How Do I Love Thee?

fevereiro 15, 2006 at 8:48 pm (abstraindo, matutando)

Le Baiser (Auguste Rodin, 1888)Justamente ontem (Valentine's Day) chegou a Atlantic Monthly de março com o artigo How Do I Love Thee?, por Lori Gottlieb. A autora explica o que vem acontecendo nos bastidores dos sítios de match making como E-Harmony e Chemistry.com.

Enter eHarmony and the new generation of dating sites, among them PerfectMatch.com and Chemistry.com. All have staked their success on the idea that long-term romantic compatibility can be predicted according to scientific principles–and that they can discover those principles and use them to help their members find lasting love. To that end they've hired high-powered academics, devised special algorithms for relationship-matching, developed sophisticated personality questionnaires, and put into place mechanisms for the long-term tracking of data. Collectively, their efforts mark the early days of a social experiment of unprecedented proportions, involving millions of couples and possibly extending over the course of generations. The question at the heart of this grand trial is simple: In the subjective realm of love, can cold, hard science help?

A Atlantic disponibiliza para não-assinantes um resumo do artigo e entrevista com a autora, Logging On For Love.

Acima está Le Baiser de Rodin, em mármore (1888). Rodin se inspirou no romance de Francesca Da Rimini e Paolo Malatesta para fazer parte de La porte de l'enfer, mas eventualmente os removeu e fez deles uma estátua separada. Na Divina Commedia de Dante (1321), Virgílio e Dante visitam o inferno e se deparam com Paolo e Francesca – um casal que vivera no século XIII na Itália. Francesca era filha de Guido da Polenta, senhor de Ravenna, e casada com o deformado Cianciotto Malatesta, o senhor de Rimini. Este a confiara a seu irmão, o jovem e belo Paolo. Francesca e Paolo se apaixonam, e quando trocam um primeiro beijo são surpreendidos por Cianciotto, que os esfaquea. Este amor proibido, e a conseqüente danação eterna, era um dos temas prediletos da arte do século XIX.

Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: