De-Animator

outubro 31, 2005 at 3:33 pm (passeando)

De-AnimatorJoguinho flash bastante apropriado para a data: De-Animator. O sítio de Bum Lee tem várias outras coisas legais.

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New Scientist: Ancient noodle rewrites history

outubro 15, 2005 at 5:37 pm (matutando, sorrindo)

Não demorou muito… Aí vai evidência da presença do Flying Spaghetti Monster há quatro mil anos atrás, na China! Ancient noodle rewrites history:

WHO invented the noodle is a hotly contested topic – with the Chinese, Italians and Arabs all staking a claim.

But the discovery of a pot of thin yellow noodles preserved for 4000 years in Yellow river silt may have tipped the bowl in China’s favour. It suggests that people were eating noodles at least 1000 years earlier than previously thought, and many centuries before such dishes were documented in Europe. (…)

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WSJ: Spending the Night With Frank Lloyd Wright

outubro 12, 2005 at 10:49 am (abstraindo, matutando)

Hoje o Wall Street Journal trouxe Spending the Night With Frank Lloyd Wright, por Terry Teachout. Acontece que visitar as casas do Wright não se compara a viver numa delas – ou pelo menos hospedar-se por alguns dias. Três de suas casas agora podem ser alugadas por curtos períodos de tempo: Schwartz House e Seth Peterson Cottage (foto ao lado) no Wisconsin, Penfield House em Ohio. O preço varia de $225 à $350 por noite. Ai ai…

(…) For all their essential similarities, Wright’s houses affect their occupants in very different ways. The Peterson Cottage, built in 1959 on the edge of an isolated, heavily wooded bluff overlooking Mirror Lake, is so tranquil and serene that I felt as though I could sit in meditative silence by its great sandstone hearth for hours on end. The 3,000-square-foot Schwartz House, on the other hand, is in a built-up residential neighborhood and has the friendly, slightly down-at-heel look of a place that has been occupied by children ever since it was built in 1939. To put it another way, the Peterson Cottage feels like a work of art, the Schwartz House like a comfortable home that just happens to be heart-stoppingly beautiful. (Taliesin, which was built, rebuilt and constantly remodeled between 1911 and Wright’s death in 1959, suggests a cross between these two qualities.)

While a visitor might well sense such things in the course of a daytime visit, it’s only when the sun sets that you take full possession of a Wright house and start to imagine what it would be like to live there around the clock. After dark I turned on all the lights in the Schwartz House, stepped into the back yard and reveled in the warm amber glow that photographs only suggest. Then I went back inside, plugged my iPod into a pair of portable speakers and filled the house with the spacious, all-American sounds of Aaron Copland’s Piano Sonata and Pat Metheny’s “Midwestern Night’s Dream,” both of which were ideally suited to Wright’s prairie-evoking interiors. You can’t do that on an hour-long tour!

The Frank Lloyd Wright Building Conservancy lista as casas do Wright que estão no mercado: Wright on the Market. Ai ai. Ai ai ai.

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NY Times: Dare to Bare

outubro 11, 2005 at 8:05 pm (matutando)

Interessante artigo no New York Times de hoje sobre o movimento de liberação das fraldas: Dare to Bare, por Meredith F. Small.

According to the Web site diaperfreebaby.org, diaper liberation comes as caretakers develop an “elimination communication” with their infants. “Elimination communication” is a fancy term for “paying attention,” in the same way we notice other stuff babies communicate like hunger, tiredness or a desire to be picked up.

In this case, parents watch for the kind of fussiness, squirming and funny faces that come before a baby urinates or has a bowel movement. Caretakers should also pay attention to any daily routines that the baby follows, like urinating after feedings or when waking up. At that point, it’s a simple matter of holding the baby on the pot, and pretty soon he or she connects the toilet with its function, and the pattern is set.

Small é antropóloga, professora em Cornell, mãe, e autora do livro Our Babies, Ourselves: How Biology and Culture Shape the Way We Parent. Embora ela mesma tenha passado mais que dois anos trocando fraldas, ela gostaria de ter tido a oportunidade de participar deste movimento. Como antropóloga ela fala de várias culturas que não põem fraldas em seus bebês, mas também aponta as controvérsias da prática. Além do uso de fraldas estar profundamente enraizado nas culturas ocidentais, Freud também deu seu pitaco nesta área:

Thanks to Freud, we also see the bathroom as a snake pit of psychological danger, and believe that the only way to prevent scarring a child for life is to let him or her come to the toilet in his or her own time, assuming there will be a diaper pinned on for as long as it takes. (I’m going to take a wild guess and say that the 75 countries that practice diaper-free training do not have a disproportionately high number of obsessive-compulsive adults.

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Zuccotto di Mandorle e Fragole

outubro 9, 2005 at 8:42 pm (misturando)

Zuccotto é a versão italiana do charlotte royale. O charlotte royale usa fatias de rocambole para forrar uma forma redonda, o zuccotto usa fatias de bolo arrumadas em espiral. Nada contra a cozinha francesa (tantas formas deliosas de preparar batatas), mas tudo que vem da Itália é mais elegante e saboroso.

Fiz uma génoise de amêndoas (aqui tenho que admitir, a génoise é o método francês de bolos-esponja) numa forma quadrada e a cobri com uma ganache de chocolate. Cortei o bolo em fatias, as embebi em licor de amêndoas, e as usei para forrar uma vasilha redonda. O truque é cortar uma das extremidades de cada fatia em cunha, para evitar que haja muito bolo empilhado no centro da forma.

A bavarois para rechear o zuccotto foi feita com creme de leite, gelatina e purê de morangos. Existem receitas que cozinham parte dos morangos para concentrar o sabor e reduzir a quantidade de líquido, eu gosto do método abaixo pois o sabor do purê não cozido é mais fresco. Os morangos levam tempo descongelando, é melhor fazer de véspera.

Génoise de Amêndoas

7 ovos
2 gemas de ovos
100g de amêndoas despeladas
100g (1/2 xícara) de açúcar
125g (3/4 xícara + 2 colheres) de farinha
20g (2 colheres) de fécula de batata
135g (2/3 xícara) de açúcar
30g (2 colheres) de manteiga derretida

Deixe os ovos chegarem à temperatura ambiente. Moa as amêndoas juntamente com as 100g de açúcar para fazer uma farinha bem fina. Peneire a farinha com a fécula de batata, e junte a mistura de amêndoas moídas e açúcar.

Pré-aqueça o forno em 190°C (375°F). Unte e enfarinhe uma forma de 23cm de diâmetro ou forma quadrada de volume semelhante.

Combine os ovos, gemas e 135g de açúcar numa vasilha de aço inox, e misture bem usando um batedor. Leve a bacia para um banho-maria (somente de vapor, não deixe a bacia encostar na água) e deixe atingir 40°C (110°F), batendo sempre, até ficar espumoso e de cor amarelo pálido.

Remova a vasilha do banho-maria e bata em velocidade média até que a mistura aumente de volume e esfrie, tornando-se um creme grosso e esbranquiçado. Incorpore delicadamente a mistura de farinhas e amêndoas, e finalmente incorpore a manteiga derretida.

Asse por 18 à 22 minutos, até que o topo do bolo esteja ligeiramente dourado, e um palito enfiado no bolo saia limpo. Retire do forno e deixe o bolo descansar 5 minutos antes de desenformar.

Ganache de Chocolate

350 g de chocolate amargo bem picadinho
1 xícara de creme de leite fresco
1 colher de chá de xarope de milho

Coloque o chocolate numa vasilha. Aqueça o creme de leite numa panela até ferver. Derrame o creme de leite sobre o chocolate. Deixe descansar uns 5 minutos, para dissolver o chocolate. Junte o xarope de milho e misture bem até ficar um creme liso.

Ao esfriar a ganache vai ficar mais consistente. Estará no ponto de derramar sobre o bolo quando cobrir as costas de uma colher.

Purê de Morangos

600g (1 1/4 litro) de morangos congelados
1 colher de chá de suco de limão

Coloque os morangos num escorredor de macarrão suspenso sobre uma vasilha. Descongele os morangos completamente (vai demorar várias horas). Ocasionalmente esprema os morangos contra o escorredor, para ajudar a soltar o líquido.

Quando os morangos tiverem perdido cerca de 1 1/4 xícaras de suco, leve os morangos e suco de limão ao multiprocessador equipado com lâmina de metal, e bata até virar um purê.

Bavarois de Morangos

2 1/2 colheres de chá de gelatina em pó sem sabor
1 xícara de purê de morangos
7 colheres de açúcar
2 xícaras de creme de leite fresco

Coloque 1/4 de xícara do purê de morangos e a gelatina em pó numa vasilhinha de vidro, e deixe descansar por 5 minutos. Leve ao microondas por alguns segundos e misture bem para dissolver a gelatina. Misture esta porção e o açúcar ao restante do purê de morangos.

Bata o creme de leite até que faça picos suaves. Adicione o purê de morangos já com gelatina e açúcar, e bata até formar picos firmes.

Rende 5 xícaras de creme, o bastante para rechear uma charlotte ou zuccotto com 20cm de diâmetro. Este creme é firme o bastante para ser moldado sozinho e manter sua forma ao ser cortado com faca.

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