Nantucket é linda!!!

julho 15, 2005 at 2:35 pm (viajando)

62OrangeStreet_outside.jpg Acabo de voltar de uma curta visita, apenas 5 dias, mas fiquei babando com o que vi. As casas são simples, pequenas e lindas, muitas delas cobertas de flores. Por três noites ficamos hospedados numa casa antiga em Orange Street, um luxo – cortesia de uma das professoras do programa. Tinha até uma batedeira da kitchen aid à nossa disposição na cozinha.

NantucketHouse03.jpgFoi bem divertido passar alguns dias brincando de estudante de arquitetura com Professor Prugh e seus pupilos do PI:N. Não que eu tenha realmente ajudado em alguma coisa, o estúdio tem um piano de cauda, e foi difícil dar atenção a qualquer outra coisa quando eu não estava passeando pela cidade.

Nantucket é cheia de bons restaurantes. Sábado jantamos no Vincent’s Restaurant, onde comi um ravioli de butternut squash com beurre noisette e sálvia, e excelente parmigiano. Estou passando vontade só de lembrar.

Sconset06.jpgDomingo fizemos uma excursão de bibicleta até Sconset (uns 12 kilômetros do centro de Nantucket). Originalmente uma vila de pescadores, Sconset tem ainda casas dos séculos XVII e XVIII que foram ampliadas e readaptadas ao longo do tempo, mas que preservam as qualidades de estilo e escala. A atmosfera é de paz e tranqüilidade.

Segunda de manhã assistimos à uma palestra com o arquiteto que toma conta da Glass House do Phillip Johnson, mas melhor ainda foi ouvir o Peter Prugh contando anedotas de quando ainda era estudante e suas excursões a várias casas do Frank Lloyd Wright.

A única coisa que posso reclamar de Nantucket é o preço das frutas e legumes. Por ser uma ilha, tudo tem que ser trazido de barco, e produtos perecíveis ficam extremamente caros. Estamos na estação das cerejas e venho pagando $2.30 a libra. Lá estava por $9!!!

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NY Times: A Passage From India

julho 14, 2005 at 11:53 am (matutando)

Anteontem saiu no NY Times este artigo sobre os empregos na área de tecnologia: A Passage From India, por Suketu Mehta.

ACCORDING to a confidential memorandum, I.B.M. is cutting 13,000 jobs in the United States and in Europe and creating 14,000 jobs in India. From 2000 to 2015, an estimated three million American jobs will have been outsourced; one in 10 technology jobs will leave these shores by the end of this year. Stories like these have aroused a primal fear in the Western public: that they might soon need to line up outside the Indian Embassy for work visas and their children will have to learn Hindi.

(…)

(…) My grandfather was once confronted by an elderly Englishman in a London park who asked, “Why are you here?” My grandfather responded, “We are the creditors.” We are here because you were there.

The rich countries can’t have it both ways. They can’t provide huge subsidies for their agricultural conglomerates and complain when Indians who can’t make a living on their farms then go to the cities and study computers and take away their jobs. Why are Indians willing to write code for a tenth of what Americans make for the same work? It’s not by choice; it’s because they’re still struggling to stand on their feet after 200 years of colonial rule. The day will soon come when Indian companies will find that it’s cheaper to hire computer programmers in Sri Lanka, and then it’s there that the Indian jobs will go. (…)

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NY Times: The Heterosexual Revolution

julho 5, 2005 at 8:49 am (abstraindo, matutando)

The Arnolfini Portrait (Jan Van Eyck, 1434)Interessante artigo no NY Times de hoje: The Heterosexual Revolution, por Stephanie Coontz.

(…) Traditional marriage, with its 5,000-year history, has already been upended. Gays and lesbians, however, didn’t spearhead that revolution: heterosexuals did.

Heterosexuals were the upstarts who turned marriage into a voluntary love relationship rather than a mandatory economic and political institution. Heterosexuals were the ones who made procreation voluntary, so that some couples could choose childlessness, and who adopted assisted reproduction so that even couples who could not conceive could become parents. And heterosexuals subverted the long-standing rule that every marriage had to have a husband who played one role in the family and a wife who played a completely different one. Gays and lesbians simply looked at the revolution heterosexuals had wrought and noticed that with its new norms, marriage could work for them, too. (…)

A pintura acima é Portrait of Giovanni Arnolfini and his wife, por Jan Van Eyck, 1434. O professor Allen Farber direciona uma interessante discussão sobre essa obra em Jan Van Eyck’s Arnolfini “Wedding” Portrait.

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Never Ending Fall

julho 1, 2005 at 5:08 pm (passeando)

NeverEndingFall.JPGNever Ending Fall é um brinquedinho flash mostrando uma mulher numa queda infinita por um céu cheio de esferas (via BoingBoing).

Na verdade a queda não é infinita: se você jogar a pobre coitada para fora da tela ela vai ficar presa ao mouse, é bem engraçado.

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